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Foto: Márcia Melz

Domingo tinha tudo para ser um dia atípico e realmente foi. Começando pelo que se preparava pra acontecer Pata de Elefante em Santa Cruz. Oh!

Mas vamos aos fatos. Domingo de uma quente manhã de inverno, acordo e tenho certeza esse dia vasi ser estranho, principalmente por ter acordado com uma surdez temporária (culpa de péssimos hábitos de higiene auricular, como uso de cotonetes). Aí bate o desespero:

Orra, sudo logo hoje! parecia piada no dia do show duma das bandas mais legais da cena nacional fico surdo. É daquelas de se pensar:

É só comigo.

O dia passa entre inumeras tentativas de superar o mau que me afligia, e nenhum resultado. Os planos de um noite divertida pareciam começar a dregringolar.

Mas fazer o que, o ingresso já estava comprado e a minha irmã muito pilhada pra ver os caras. Portando me fui ao ônibus mesmo surdo (uns 10% pelo menos). Pra completar o calor tava oda e a camiseta preta encharcada e faltava ainda uma hora pra começar.

Mas a hora que o sino do Espaço Camarin tocou…

Credo, que show do caramba, que vibe, que instrumentistas. Dava pra sentir na cara do público a desconfiança e o desconhecimento de muito se transformando em admiração. Realmente a sinergia entre os paquidermes contagiou todo aquele pequeno espaço lotado de cadeiras ( Ah! de quem foi a idéia de m____, de colocar cadeiras?).

Ah! dei minha primeira entrevista pra TV, tremi muito, mas foi bacana. Que me botou nessa roubada foi a Marcia Melz (que clicou os caras ali em cima).

Bom daí em diante, o show foi ducaramba. Nunca pulei tanto em cima de uma cadeira com neste dia. Mas o ponto alto sem dúvida foi o biz muiiito foda. Toda platéia em extase.

Reforçando, Muito obrigado Pata de Elefante por um dos shows mais bacanas da minha vida.

Boas enjambradas! Até a próxima!

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