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Romulo Fróes é sem dúvida nenhuma uma das figuras mais importantes da cena independente nacional, tanto por sua participação em festivais, quanto por sua capacidade e audácia.

Reconhecido pelos seus sambas (sendo uma das novas apostas do samba paulista, principalmente pelo seu disco anterior intitulado Cão). Aqui na primeira sessão de No Chão Sem o Chão. Fróes ousa deixando para trás todo este caminho, percorrido com seus sambas. Com uma banda nova, investe em um caminho tortuoso e com grandes possibilidades de fracasso.

Em uma gravação com pegada roqueira que mais parece uma Jam. Abusa das distorções e do virtuosismo de seus músicos. Tudo funciona como uma espécie de reconhecimento de campo, um aquecimento. Como em Do Ponto Do Cão primeira faixa do álbum, possuidora de todos os elementos ante-citados. Mas mesmo com tudo isso ainda surgem faixas de beleza impar como Pra Que Me Quer Assim.

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O próprio Rômulo tem este disco como uma espécie de caminho, que teve que ser percorrido e mostrado, para melhor compreender o que foi feito na segunda sessão.

Deserto Vermelho

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