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É incrível como umas pessoas têm o dom de emocionar, essas pessoas carregam uma centelha de beleza entre os dedos, e num simples movimento transformam a lágrima em riso e vice-versa. Pois bem Vitor Ramil com certeza é uma dessas pessoas.

Sexta Feira foi um dia normal de labuta até as 17 horas e 30 minutos, quando a minha irmã toca a campainha da agência. Pra acelerar passamos para as 19 e poucos chegamos (eu, a mana e o mico) ao anfiteatro da empresa, para assistir o citado show acima.

Blá, blá, blá, lavagem cerebral, blá, somos bonzinhos e o show não começa. 19 e 45 sobe ao palco a orquestra, o maestro tenta agradar a platéia, mas infelizmente ele não tem o dom aquele. Eles executam duas músicas e finalmente chega o show começa.

Nos primeiros acordes já fica comprovada a sinergia entre a orquestra e Vitor Ramil, porém quando ouço os primeiros dedilhados de “Noite de São João” acompanhado daquele naipe de cordas, o contrabaixo bombando, credo! Desculpa o linguajar, mas me borrei todo, passou um único arrepio percorreu a espinha e acompanhou cada nota, molhando olho, fingindo sono.

Foi simples bastou duas músicas pra comprovar Vitor Ramil é uma das pessoas que tem o dom de emocionar. Mas ainda teve Ramilonga, Milonga Das Sete Cidades. Sem contar a orquestra perfeita, a voz límpida de Ramil em suma, perfeito.

Noite de São João

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