Muitos já sabem do apego que tenho por bandas que cresceram comigo, tipo, bandas que surgiram na minha adolescência e que foram ganhando espaço a medida que eu crescia.

Uma dessas bandas são Os The Darma Lóvers, não sei precisar a data, mas faz um bocado de tempo que os escuto.

Porém quando soube que seu mais recente álbum teria a produção do Kassim, fiquei de orelha em pé, procurando por todos os locais possíveis alguma amostra deste trabalho.

Até que finalmente ele chega as minhas mãos, e o que eu vejo?

A mesma banda de sempre, as mesmas convicções, as mesmas crenças, o mesmo olhar crítico sobre o nosso cotidiano. Tudo arranjado de forma muito harmônica e simples, simplicidade que chega a ser tocante. O violão e o vocal carregados da doçura que se espera quando buscamos essa banda.

A fusão do pop lo-fi com mensagens de cunho budista atinge o ápice neste álbum, com músicas como Srta. Saudade da Silva, A Teia Da Tela, sem esquecer de Júlia que ganhou um arranjo fantástico. Dando espaço até para um roquinho em Gente De Classe.

Valeu cada segundo de espera, retribuído por pouco mais de 40 minutos de beleza, e a paz que transcende cada frase e cada acorde.

Canção para Minha Morte

Boas Enjambradas!

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