É sexta-feira, as paredes do quarto me olham estranho, a opressão de uma tarde vazia que acaba de se acabar, o satélite lunar acaba de se erguer ao céu, a noite espera lá fora. As poucas horas que ainda restam de hoje, me esperam, junto com as muitas outras de amanhã.

Nanana, a noite começa com velocidade e ritmo. “É cedo agora, há tempo de sobra, se quer ir embora não vou te segurar”, um corpo frenético dança, talvez seja o meu? O ritual tribal segue por horas afinco. A festa acaba, é o fim da noite, num lugar qualquer, que por algum motivo eu deveria conhecer e “Tudo faz sentido Quando Ela Tira o Vestido”. Amanhece e junto com os primeiros toques de laranja é a Hora de Partir.

Esse é o debut do Sabonetes mais que um álbum pra festa, um álbum pra noite, com todos os pormenores desta parte do dia.

Quando ela tira o vestido

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Boas Enjambradas!

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