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Listas, listas, listas.

Ai está a minha. Fiquem a vontade pra criticar, xingar ou o que der vontade de fazer. Mas esta é a minha opinião sobre o ano de 2011, com um mix de discos nacionais e gringo. Lógico que uma lista de 50 nem chega perto de dar conta do ano, mas é uma pequena amostragem, com certa relevância pelo menos pra mim.

Burro Morto – Baptista Virou Máquina (sitevídeodownload)
D/Wolves – Freak Of Nature (sitevídeostreamdownload)
Yuck – Yuck (sitevídeostream)
Momo – Seranade Of A Sailor  (vídeostream)
The Decemberists – The King Is Dead (sitevídeo)
Russian Red – Fuerteventura (sitevídeostream)
Cat’s Eyes – Cat’s Eyes (sitevídeo)
Frank Ocean – Nostalgia/Ultra (sitevídeostream)
Julian Lynch – Terra (sitevídeostream)
Panda Bear – Tomboy (sitevídeo)
Amabis – Memórias Luso/Africanas (sitestreamdownload)
Wilco – The Whole Love (sitevídeostream)
Criolo – Nó na Orelha (sitevídeostreamdownload)
Death Grips – Exmilitary (sitevídeostreamdownload)
Bixiga 70 – Bixiga 70 (sitevídeostreamdownload)
Feist – Metals (sitevídeostream)
The Horrors – Skying (sitevídeostream)
Anna Calvi – Anna Calvi (sitevídeostream)
Bonifrate – Um Futuro Inteiro (sitevídeostreamdownload)
Kassin – Sonhando Devagar (sitevídeostreamdownload)
Clams Casino – Instrumentals (sitevídeostreamdownload)
São Paulo Underground – Três Cabeças Loucura (sitevídeodownload)
Metá-Metá – Metá Metá (sitevídeostreamdownload)
Wu Lyf – Go Tell Fire To The Mountain (sitevídeostream)
Marcelo Camelo – Toque Dela (sitevídeostream)
Cass McCombs – Wit’s End (sitevídeostream)
Karina Buhr – Longe de Onde (sitevídeodownload)
Gang Gang Dance – Eye Contact (sitevídeostream)
Lykke Li – Wounded Rhymes (sitevídeostream)
Oneohtrix Point Never – Replica (sitevídeostream)
Wild Beasts – Smother (sitevídeo)
Romulo Fróes – Um Labirinto Em Cada Pé (sitevídeostreamdownload)
Wado – Samba 808 (sitevídeostreamdownload)
PJ Harvey – Let England Shake (sitevídeostream)
tUnE-YaRdS – WHOKILL (sitevídeostream)
White Denim – D (sitevídeostream)
Shabazz Palaces – Black Up (sitevídeostream)
Fleet Foxes – Helplessness Blues ( sitevídeo)
Toro y Moi – Underneath The Pine (sitevídeostream)
Destroyer – Kaputt (sitevídeo)
Balam Acab – Wander/Wonder (sitevídeo)
The Weeknd – Baloon Trilogy (downloadvídeostream)
SBTRKT – SBTRKT (sitevídeostream)
Zola Jesus – Conatus (sitevídeostream)
Passo Torto – Passo Torto (downloadvídeostream)
St. Vincent – Strange Mercy (sitevídeo)
Girls – Father, Son, Holy Ghost (sitevídeostream)
Bon Iver – Bon Iver (sitestreamvideo)
James Blake – James Blake (sitevídeo)
Active Child – You Are All I See (downloadvídeostream)

Boas Enjambradas!

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Eis a primeira lista de discos do Enjambra.

Resumi em 30 discos o que foi esse primeiro semestre de 2011 para mim.

Tentei englobar discos nacionais e gringos, discos badalados e desconhecidos. Logicamente deixei muita coisa boa de fora, mas isso faz parte, inclusive esse foi um dos motivos de demorar pra sair esta lista.

Vamos a ela. (obs: os discos estão em ordem alfabética ok!) (depois atualizo com os links)

Amabis – Memórias Luso/Africanas
Anna Calvi – Anna Calvi
Arctic Monkeys – Suck It And See
Bon Iver – Bon Iver
Bonifrate – Um Futuro Inteiro
Burro Morto – Baptista Virou Máquina
Câmera – Invisible Houses
Cass McCombs – Wit’s End
The Decemberists – The King Is Dead
Destroyer – Kaputt
Explosions In The Sky – Take Care, Take Care, Take Care
Fleet Foxes – Helplessness Blues
Frank Ocean – Nostalgia/Ultra
J Mascis – Several Shades Of Why
James Blake – James Blake
Kiko Dinucci, Juçara Marçal, Thiago França – Metá Metá
Los Porongas – O Segundo Depois do Silencio
Lykke Li – Wounded Rhymes
Mapuche – Sanctity
Marcelo Camelo – Toque Dela
The Middle East – I Want That You Are Always Happy
Panda Bear – Tomboy
Romulo Fróes – Um Labirinto Em Cada Pé
Russian Red – Fuerteventura
Toro y Moi – Underneath The Pine
TV On The Radio – Nine Types of Light
Wannabe Jalva – Welcome To Jalva
The Weekend – House Of Baloons
Wu Lyf – Go Tell Fire To The Mountain
Yuck – Yuck

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Anjos, os responsáveis pelo meio de campo entre Deus e os Homens. De acordo com algumas correntes, dotados de consciência e personalidade própria. Portanto aptos à tomarem decisões, como por exemplo se rebelar.

Se de acordo com a igreja Lúcifer fez isso, e foi banido do Céu, acho que o carinha não gosta muito de greves, seu direitista. Piadas a parte com a religião dos outros, São questionamentos como estes que são o estopim de uma das micro-revoluções músicais deste 2011 (que começou em 2010), O Wu Lyf.

Wu Lyf (sigla para World United Lucifer Youth Fundation) é uma espécie de banda, que tem uma ONG, que tem uma seita, que tem uma produtora, ou algo por aí ou fora dessa ordem, que tenta trazer algumas “verdades” à tona, envolvendo questões como liberdade, igreja, política e arte.

Deixando as polêmicas de lado, esta banda de Manchester foi um dos projetos mais obscuros de 2010/2011, tocando de forma soturna, escondidos atrás de mascaras e sombras, pra públicos seletos em igrejas e templos. Agora como anjos expulsos do Céu, surgem entre a fumaça com Go Tell Fire To The Mountain.

Misturando elementos de música sacra, com indie dos 00, algumas toques psicodélicos e de punk britânico, este debut traz em cada acorde um misto de contemplação e de revolta, algo entre o sublime e o anárquico, uma contradição de quem foi aos Céus e se amotinou contra a perfeição. Guitarras dedilhadas, gritos, órgãos e bateria crua, o cartão de visitas da banda é LYF que abre o disco e resume tudo isso.

Dirt, lado B de LYF no single, é uma espécie de convocação para o levante, para guerra “santa” que se aproxima. O vocal visceral de Ellery Roberts, e a bateria quase tribal dão o tom, explodindo com o coro e a guitarra cheia de passagens.

Como dito, Go Tell Fire… exala ares de revolta e motim, com arranjos quase celestiais e mais uma prova é o encerramento do álbum, Heavy Pop que começa singela apena com um teclado e cresce até um hino de insurreição.

Deixando de lado toda a questão ideológica e teológica de Go Tell Fire To The Mountain (não me sinto no mérito de discutir isso aqui, apesar de ter opinião formada a respeito), temos em nossa frente mais um presente de 2011, um álbum repleto de energia e beleza, que como dito e “redito” mescla-as de forma singular. Ainda não sei se temos anjos ou demônios em nossa frente, mas com certeza (não é Dan Brow) são lindos e instigantes.

Dirt

LYF

Heavy Pop

Numa daquelas apresentações em igreja

Boas Enjambradas!

Já disse o velho dito:

Com quantos paus se faz uma canoa?

Com quantos paus se faz uma banda de rock então?

Todo mundo já deve ter visto o vídeo da Banda Mais Bonita Da Cidade e aquela enormidade de gente, ou o Móveis com 8 integrantes. Mas a história do rock trouxe exemplos diversos de formações. Os Fabs Four, os Power Trios e parece que a modinha desde o finado White Stripes são os duos, bateria + guitarra/vocal.

Um exemplo recente de relativo sucesso é o The Black Keys. Indo mais ou menos por este caminho sonoro encontram-se os dois do Bass Drum Of Death, Colin Sneed e John Barrett respectivamente Bateria e guitarra/voz. E o som dos caras se resume a duas coisas também energia e muuuito rock.

Curto como GB City é este post, o disco é rock de bater pezinho, dançar, chacoalhar os cabelos e pros mais empolgados ou alcoolizados fazer roda punk. De Nerve Jamming até Religious Girl o disco é todo pesado, com a presença marcante da bateria de Colin Sneed, sem reinventar a roda mas, divertindo o ouvinte durante pouco mais de meia hora.

Get Found

Boas Enjambradas.


Fetiches. O gosto pelo bizarro, pelo não habitual, pelo estranho. Enfim, coisas tão anormais como comer brigadeiro dentro do pastel (admito q faço isso).

As pessoas têm atrações bizarras que não cabe citar todas aqui (tirando as minhas. Brincadeira;). Mas acima de tudo, o que move essas pessoas? E será que seus sentimentos realmente são tão tresloucados? Acho que o álbum Compass (2010) de Jamie Lidell pode ajudar a responder (Já vou deixar tudo bem claro, este disco desperta em mim sentimentos meio fetichistas. Depois explico).

Pra entender Jamie Lidell, primeiro temos que saber que o cara grava pela WARP, uma gravadora americana com grande parte de seu catálogo formado por música eletrônica e famosa por sempre estar sempre na vanguarda da estranheza. Pois bem, sabendo onde ele grava, ainda basta saber que ele mistura toda essa piração da WARP, com Soul e que se referência muito em Prince (tá bom de estranhice?).

Ele usa uma porrada de técnicas em seu som, sendo que uma das mais intrigantes é uma brincadeira que ele faz com a voz, onde basicamente, a coloca em vários canais com diferentes distorções, fazendo meio que um coro de um homem só, isso fica bem evidente nas primeiras músicas do disco, como Completely Exposed e Your Sweet Boom. Além dessa traquitana na voz, uma série de chiadinhos e barulinhos beeem esquisitos figuram durante Compass.

Como falei antes, uma das grandes referências de Lidell é o Soul canastrão e homoafetivo do Prince, que é muito presente durante todo o disco. I Wanna Be Your Telephone é Prince elevado a enésima potência. Os vocais abichornados (desculpa o termo), o groove e o swing da guitarra estão lá, tudo acompanhado das peripécias eletro-estranhas.

Muito além do não convencional já falado, Compass tem uma série de músicas muito bonitas e singelas com She Needs Me, It´s A Kiss e You See My Light, por exemplo. Faixas belas que fundem de forma bem diferente, e quase inusitada, tudo que já foi dito aqui.

O grande barato desse disco é como Jamie Lidell conseguiu misturar de forma orgânica elementos que são em sua maioria eletrônicos, com swing inerente ao Soul. Ele é capaz de colocar graciosidade na estranheza e isso é que eu me refiro quando uso a palavra fetiche, pois faz as pessoas acharem sexy, bonito, ou o que seja, relacionar sentimento com o “anormal”. E é isso a resposta das perguntas lá de cima, no fundo, todos somos meio fetichistas.

The Ring

I Wanna Be Your Telephone

Esse vídeo não é desse disco mas tem tudo a ver com o que foi falado Little Bit Of Feel Good

Boas Enjambradas.

Revisitando um pouco a minha infância, vejo que nunca acreditei de verdade no Papai Noel. Tentei acreditar e tal, mas aos 5 anos quando reconheci meu pai, debaixo do gorro e da barba ficou difícil.

Digo mais, achava mais crível o coelho da páscoa. É muito mais fácil um animal cagar chocolate q um velho barbudo com veados voadores percorrer o mundo em uma hora.

Mas, toda essa descrença caiu por terra quando escutei Dia de Natal, segunda faixa do álbum É Pra Meninos, do portuga B Fachada.

B faz um relato tão real de um Natal frustrado, que o Pai Natal (é assim d’além mar) parece tátil, tosco mais tátil. “Será q eu fui bonzinho no ano passado, ou o velhinho é que tá meio acabado”.

Aliás, este flashback da infância, não tem outro culpado a não ser B Fachada É Pra Meninos, lançado no Natal de 2010. O álbum, na verdade, parece um livro de contos…

Antes de me ater às letras e às histórias deste disco, mas não posso deixar passar em branco a bela instrumentação, que mistura instrumentos ditos sérios com tralhas de brinquedo.

Voltando, cada música neste disco soa como um conto e narram histórias das mais comuns duma infância das mais comuns. As histórias variam desde o já mencionado Natal até o inefável crescer (O Futuro), passando pelo primeiro amor (Mochila do Carteiro e Agosto), a chatice da escola (Primeiro Dia), chegada de irmãos (Barrigão). Em suma faça um review de sua infância, é disso que aqui fala B Fachada.

Poderia escrever, e muito, sobre cada uma dessas músicas, dada a profundidade e a veracidade de cada uma delas, cada personagem, cada passagem. Aí que está, mais que um livro de contos, É Pra Meninos é um daqueles álbuns de fotografia da infância, com espiral e filme plástico envolvendo as fotos.

(que mágico, não achei nenhum vídeo oficial deste disco)

Boas Enjambradas!

Fios, teclas, botões, códigos, números, programações…

Basicamente nisso q se resumem nossas relações. A um amontoado de placas e fios de cobre e zinco.

Os tons apagados, o silêncio dos cliques, os emaranhados de fios. A feiúra da tecnologia. Sem sentimento, sem sentido, sem vida.

Mas James Blake nos prova, em seu álbum de estréia que estamos, redondamente enganados. A beleza e os sentimentos podem emergir e se manifestar dos lugares mais inusitados. Como por exemplo, em um disco onde a única coisa orgânica é a bela voz de Blake, e q por muitas vezes é carregada por sintetizadores.

Desde Unluck, a faixa q abre o disco, James Blake agrega a dita silentwave sensibilidade e cuidado quase barroco nos detalhes, como chiados, reverbs.

Wilhelms Scream, o primeiro single do trabalho, resume tudo o q foi dito até agora. Nele a voz de Blake, escondida entre efeitos, camadas e loops, emerge trazendo ares de angústia. Angústia de quem esta caindo, seja de amores, seja absorto em sonhos. Todo este sentimento cresce a medida q a música avança, e os efeitos e a voz de Blake ganham viço.

Um exemplo bacana de como Blake funde sua bela voz com efeitos é na dupla, Lindesfarne I e Lindesfarne II. A voz de Blake distorcida, simplesmente isso nas duas faixas, às vezes acompanhada de algum loop.. Simplicidade extrema q resulta em duas faixas singelas e fantásticas.

Agora pra não pecar de deixar de lado a música mais “usual” do disco de Blake e uma das mais lindas Limit To Your Love. Cover da cantora Feist. Um piano, alguns beats e a voz limpa. Mais uma pérola do minimalismo com um resultado daqueles. Digna de encher os olhos de qualquer um.

O debut de Blake tem ganas de clássico, de histórico, um marco pra mais uma das tantas waves. Pena q o momento q este disco foi lançado não é propício pra clássicos. Mas já o coloco na lista de disco da vida e na briga pelo topo da minha lista de final de ano.

Espero q este disco cause a mesma comoção em outras pessoas.

The Wilhelm Scream

Limit To Your Love

Boas Enjambradas.

Parece mentira, mas é uma coincidência absurda.

No final de semana enquanto ouvia o debut do James Blake, e tuitava o quão belo é esse disco. O cara fazia isso que esta ai em baixo no programa do Jools Holand.

The Wilhelm Scream

Limit to Your Love

Tire suas conclusões sobre o cara nesses vídeos. Se não se emocionar você tem problemas.

Os vídeos eu catei no Rock´n´Beats

Boas Enjambradas!

Um monte de coisa esta acontecendo neste exato momento no mundo da música, isso é fato. Mas é fato também que nenhuma delas tem a relevância de The Vaccines e de Odd Future Wolf Gang Kill Them All (ou ODD FUTURE ou OFWGKTA).

Bom de The Vaccines que lê isso aqui já conhece o hype e o resto.

Mas ainda não falei do Odd Future, de certo porque os aguardado lançamento de Globin do seu lider Tyler The Creator não saiu ainda.

Mas agora não faltam motivos pra falar deles. Os caras acabaram de liberar toda a discografia da banda e de seus integrantes no site e anunciaram a criação de uma Record Label

O que eles têm de tão especial? Olha essa apresentação no Jimmy Fallon e me diz:

Essa mistura de elementos de rap com atitude punk, toques de ocultismo, magia negra, bruxaria e música eletrônica. Tá bom assim?

Aqui o já clássico clip de Yonkers do lider do ODD FUTURE Tyler, The Creator

Muita atenção nesses caras. Boas Enjambradas

Parece que de um tempo pra cá uma praga se assolou sobre os clips de bandas indies, as dancinhas, ou coreografias. Mas não é tão “praga” se usado com parcimônia.

Que seja, ontem quando assisti o clip do Two Door Cinema Club pra What You Know na MTV, comecei a fazer uma lista de cabeça de clips com dancinhas e pensei isso dá um post e tá aqui!

Um apanhado de clips nacionais, gringos, novidades, velharias, belos dançarinos, péssimos dançarinos (né Thom York). Este é um “pequeno” Manual de Dancinhas Indie (se alguém tiver mais sugestões larga nos comentário que compilo pra uma segunda edição), algo como o que se deve ou não fazer em festinhas “alternativas” e ganhar fama de hipster, viado e sei lá uais adjetivos possam surgir, mas o que interessa é o divertimento.

Curtam os clips e saiam dançando e sendo chamados de loucos (no mínimo).

Pizzicato 5 – Twiggy Twiggy

Cat Power – Cross Bones Style

Feist – 1234

Two Door Cinema Club – What You Know

The XX – Islands

Band of Horses – Dilly

Diamond Rings – Wait And See

SHE & HIM – Don’t Look Back

Radiohead – Lotus Flower

Mombojó – Papapa

Thiago Pethit – Nightwalker

Móveis Coloniais De Acaju – O Tempo

Boas Enjambradas

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