You are currently browsing the category archive for the ‘MÚSICA’ category.

Começo assim, parafraseando Rogério Skylab, mais uma história comum sobre um dia normal, um dia chuvoso e normal. Onde os pássaros dançam o New Beat em ritmados pulos e bater de asas, as nuvens pegam seus pares para o baile, o ônibus desfila pelo asfalto já colorido de sol, água e gasolina, a chuva pinga cadenciada acompanhando o baixo de Divina. E mais uma vez Underneath The Pine esta rodando no meu player.

A cena da manhã desta quinta-feira, onde pássaros bicavam o chão por migalhas e em pulos dançavam, numa sincronia quase perfeita a segunda faixa do belíssimo novo disco de Toro Y Moi, New Beat. Essa inspiradora coincidência revela o quão mágico é este disco. Cada acorde, cada referência, cada vocalização de Chaz, reforça que estamos diante de um disco diferenciado.

Underneath The Pine é a estréia de um grande e promissor projeto…

Agora pula o hipsternerd lá no fundo e grita:

“esse é o segundo disco do Toro Y Moi, blá blá blá”.

Ok! Mas Underneath… é tão incrível, que deixa muito pra trás uma das “pedras fundamentais” da chillwave, o Cause Of This, o primeiro disco do Toro. Visto que menos de um ano depois do estardalhaço causado pelas bases eletrônicas de Cause Of This, e todo o hype subseqüente. Chaz zera tudo e faz um disco praticamente analógico, com músicos de verdade (já conhecido da sua antiga banda The Heist and the Accomplice ) e com referências das mais diversas, que vão do psicodelia ao indie do The Whitest Boy Alive, rolando até um que de Soul Motown.

Pra exemplificar o que é esse disco pegamos Still Sound, com uma linha de baixo e uns barulhinhos que lembram muito The Whitest Boy Alive, mas também rola um swing muito Motown. Lógico que o disco não se resume a “swingueira” de Still Sound, a próxima faixa, Good Hold é uma psicodelia sem tamanho, e acredite te faz viajar mesmo, lá pelo final da música, sei lá de que maneira, rola um efeito que deixa o ouvinte surdo (se alguém souber o nome disso me conta).

Underneath The Pine é isso. Uma colagem de referências que resultam no possível melhor álbum de 2011. Lógico que concorrentes não faltam, mas com certeza esse disco figurará em 10 de 10 listas de final de ano.

New Beat

Still Sound

Boas Enjambradas!

Foi bom pra você?

Esta frase é a mais temível de todas as sentenças, especialmente pela resposta do que pela pergunta. E geralmente é acenada com respostas positivas, por mais que, sei lá, em 70% das vezes seja falsa (mulherada fala sério).

Ilustrada classicamente, acompanhada de cigarro e lençóis, o “foi bom” diz respeito a muito mais do que a transa, carrega consigo todo o processo, preliminares e conquista.

Sendo assim, The Vaccines foi bom pra você? Um bom bocado dos leitores já devem ter escutado o “What did you expect…” já sabem do hype e da papagaiada toda de comparação com The Strokes. Estas foram as expectativas sobre o The Vaccines, e aí foi bom?

Você pode falar que não viu nada de novo no disco todo, que são muito pretensiosos, que utilizam referências fortes demais, quase “plagiativas”, de The Beatles, The Strokes, The Ramones e outros tantos The

Mas amigo, nestes supostos problemas se escondem os grandes ganhos e trunfos de What Did You Expect To The Vaccines. A falta de “inovação” é um ponto forte pra cara***, Young e seus vacininhas conseguem um disco rock nos moldes clássicos, como a muito tempo não se via. Exagero? Pode até ser, mas as melodias já são velhas conhecidas de muita gente, eu mesmo mostrei as semelhanças entre Blow It Up e I Should Have Known Better dos Beatles. Noogard tem vibe “ramônica” que só.

E no estado que está a música atualmente, é louvável uma banda indie que consegue montar um disco com 11 faixas, das quais 10 tocariam tranqüilamente em qualquer rádio, sendo que 4 figurariam entre as preferidas daquela rádio FM “pop” que você reclama, mas escuta.

Wreckin, Bar (Ra, Ra, Ra)

Post Break-Up Sex

If You Wanna

Então? Foi bom pra você? Boas Enjambradas!

(Não vou prometer mais posts, pois das vezes que prometi, não cumpri)

Um post rapidinho só pra deixar pulga atrás d’orelha.

Quem é mais entendidinho de música, meio hipsterzinho, já conhece ou já ouviu falar de The Vaccines.

The Vaccines é uma das apostas da NME pra esse ano, a salvação do rock blá blá blá.

Mas isso não vem ao caso eu quero só que vocês comparem essa música (na verdade prestem atenção no refrão) do The Vaccines, chamada Blow It Up:

Com essa que com certeza a maioria das pessoas vai conhecer:

Não é piração minha porque mais gente já concordou, Mas fala aí: Parecido ou não?

Alguns, ou melhor, muitos animais correm risco de extinção, isso se da por uma série de motivos, como caças predatórias, desmatamento e uma série de intempéries climáticas, muitas naturais outras tantas causadas pelo homem. Porém, outras tantas espécies são raras simplesmente por serem raras, as tartarugas de Galápagos, os ornitorrincos e os “Darwin Deez” !

Imagine leitor uma girafa.

Agora misture com um Coker Spainel, ou com um Poodle.

Taí o Darwin Deez, mas seus atributos fiscos são o que menos interessa para nós, o que vale são os trinta e poucos minutos de seu álbum de estréia, com hits empolgantes como Radar Detector e emocionantes como Deep Sea Divers.

A simplicidade de suas canções e a doçura de sua voz são cativantes e soa honestamente Pop. Definitivamente Darwin Deez é Pop como poucos e provavelmente vai figurar alguns Hits por ai.

Radar Detector

Up In The Clouds

Boas Enjambradas! Desculpa a demora!

Vez que sempre temos a música como um instrumento de alegria, ou melhor, um meio que nos faça sentir bem, que nos agrade. Enfim, totalizamos a música como carregadora de coisas boas e reconfortantes.

A música então serve para melhorar o humor, fazer-nos feliz. Se a arte em questão tem esta função, esqueceram de avisar para um cara, e por acaso o cara em questão neste post: Jair Naves ex-lider da banda Ludovic.

Jair Naves parece que faltou a aula no dia que deram esta matéria, e desde os tempos da sua antiga banda Ludovic, vomita em nossa cara os problemas e as incongruências da raça humana.

O ex-lider do Ludovic em seu primeiro registro solo, o EP Araguari, reforça mais uma vez sua música de passar mal. Trazendo mais um leva de mazelas e problemáticas quase convencionais e que de tão cruas trazem o odor da podridão do que a sua rouca e grave voz canta.

Uma faixa que em seu próprio nome resume o que foi falado: De branquidão hospitalar, queimando em febre, eu me apaixonei. Não posso deixar de lado o trecho soconoestomagostyle de Silenciosa, onde Jair canta que “Se não deu certo com a gente, acho que nunca vai dar”.

O EP possui quatro faixas que acabam com a tranquilidade e o bom humor sem motivo, trazendo o ouvinte a um estado de contemplação e de perturbação. Longe de parecer uma crítica negativa, isso é o retrato dos sentimentos que somente Jair Naves consegue trazer a seu auscultador.

Jair Naves – Araguari I Meus Amores Inconfessos (ao vivo)

Jair Naves – Araguari II Meus dias de Vândalo (ao vivo)

Boas Enjambradas!

Lembro-me de uma época distante quando as praias eram limpas, quando o som do Gorillaz era experimental e poderia ainda ser classificado como Rock.

Fica claro o apelo das ONGs para não jogarmos garrafas nas praias, cigarros nas matas, parece balela, mas uma misera bituca pode causar um incêndio, assim como uma única referência ao Rap, em Clint Eastwood, foi capaz de plastificar toda a carreira virtual do Gorillaz.

Em Plastic Beach vemos mais uma vez a estagnação causada por esta referência no som deste projeto de Damon Albarn. As faixas se repetem sofrivelmente, nas vozes de inúmeros nomes do Rap como Snoop Dog, Mos Def, De La Soul, entre outros.

Os arranjos das músicas via de regras são bons, em faixas como White Flag, que conta com a participação de uma orquestra de música árabe, as rimas e as paradas “rap” chegam de forma abrupta, truncado toda a música. Em Stylo primeiro single do álbum as coisas rolam mais amenas, a melodia é bem melhor trabalhada.

Não da pra crucificar o álbum as músicas em que Albarn assume o vocal sozinho são bem bacanas, exemplos são On Melancholy Hill e Empire Ants.

Mas em suma a junção de referências e artistas de estilos diferentes com figurões do Rap parece ter batido na trave, e realmente desagrada bastante. Muita dessa bronca foi causada pelo documentário Bananaz, que me deixou com grandes expectativas para este álbum. De modo geral parece que essa receita de misturar rap, com estilos mais alternativos, que foi trabalhada desde o Feelgood Inc. esta meio engessada, melhor plastificada.

Stylo

Boas Enjambradas!

Alguém já comprou mamão verde?

Se sim, vai uma dica, se é que já não a saibam, embrulhar o mamão em folhas de jornal auxiliá-o a amadurecer mais rápido, o jornal absorve a umidade e aumenta a temperatura da fruta. Ok!

Visto isso, fica a pergunta por que todo mundo quer que o tempo passe mais rápido? Todo mundo quer amadurecer, ou fazer com que as coisas cheguem neste estado o quanto antes.

Nesta busca desenfreada pela maturidade vez que outra deixamos muito para trás, (o papo pode parecer piegas) e nos apegamos a coisa sem importância, como nos apegar ao que o “Roger Waters disse em 63”, e não nos damos conta que é só “esperar passar”.

Toda essa metáfora temporal tem como único propósito falar do novo álbum do Superguidis, que demonstra mais uma vez suas características e sua falta de “jornal”.

O Superguidis assim como o mamão, esta num processo de amadurecimento desde que caiu do pé, lá nas demos do Pacotão. Agora neste novo álbum sobressai o amadurecimento da banda, todavia esse processo é continuo e não acontece de forma brusca.

Notamos o crescimento na qualidade instrumental da banda, as guitarras mais pesadas, o vocal mais afinado, enfim a banda evoluiu. Mas como falei manteve as suas características, como as frases bem humoradas e do modo mais ingênuo, mesmo abordando temas mais sisudos.

Descrever suas faixas é por deveras complicado, pois a concisão estilística do álbum não permite muitos sobressaltos, todas as faixas têm enorme qualidade, e todas falam sinceramente ao ouvido do auscultador, todos os refrões ficam na cabeça.

Falar o que de um álbum que tem versos como: “por que será que sempre chove toda vez que alguém te abandona”, “ser pedra é barbada”, “sou relapso imprevisível como um fã-clube adolescente”, “quando tudo for pro brejo longe de você eu quero estar”, “de repente o medo de morrer sozinho me incomoda mais que o usual”…

Parabéns e muito obrigado pelo melhor álbum nacional do ano!

Não Fosse o Bom Humor

Boas Enjambradas!

Já ouviu falar em ourives?

Ourivesaria?

É uma profissão quase extinta, ou melhor, muito rara, que trabalha com ouro e jóias, mais precisamente com ouro, prata, platina e pedras preciosas. Tão rara quanto a sua profissão, são suas matérias-primas.

Assim os trabalhos destes profissionais, perpassam conceitos estilísticos, e de gosto de forma geral. Sendo por si só valiosos, independente de seu caráter estético, pois possuem características raras.

Você já ouviu uma cantora grego-galesa?

Uma bela cantora grego-galesa?

Uma bela e talentosa cantora grego-galesa?

Tão rara quanto as peças de ourivesaria, são as cantora grego-galesas, que tem alto valor de barganha no mercado fonográfico. Brincadeiras e trocadilhos a parte, a cantora grego-galesa Marina, traz seus diamantes para serem lapidados na ourivesaria do mercado fonográfico.

Compositora de jóias como Hollywood, Are You Satisfied? Marina debuta em 2010 com o álbum The Family Jewels acompanhada pelo hype da critica indie.

Abusando de sintetizadores e vários subterfúgios da música Pop atual, a cantora grego-galesa, aposta num arranjo, que misturas algumas letras de cunho crítico, com momentos de Pop pelo Pop.

Marina é um exemplo daquelas coisas que você tenta não gostar e não escutar, mas acaba de um jeito ou de outro sendo atingido. As suas variações de timbre podem gerar uma antipatia instantânea, principalmente quando se assemelha a timbre de voz da Lady Gaga (Girls é um bom exemplo).

Marina and the Diamonds em seu álbum de estréia The Family Jewels, como os ourives traz uma série de elementos e matérias-prima que possuem alto valor, todavia essa mistura pode desagradar a muitos, mas mesmo assim tem que ser admirada (em todos os sentidos) e analisada com mais empenho.

Obsessions

I Am Not Robot

Mowgli’s Road

Hollywood

Hollywood (acústico)

Boas Enjambradas

Sussurrar, falar ao pé do ouvido.

É reconfortante receber belas palavras de amor, ou do que for, ao pé do ouvido.

Eu queria que Basia Bulat sussurrasse no meu ouvido, escutar de perto a bela voz desta moça que entoa músicas doces como Sugar And Spice, Sparrow.

Por mais que durante seu novo álbum, intitulando Heart of My Own, fiquem evidentes músicas fortes que revelam a potencia de sua voz (Gold Rush, por exemplo), é muito difícil não se ater a sutileza, ao belo timbre e o leve toque de rouquidão presente desta moça.

Em seu álbum essencialmente Folk Basia alterna (como já mencionado) momentos de leveza e doçura com momentos de força e potencia, mas sempre regidos por uma aura gélida e aconchegante inerente a muito do Folk americano. É impossível pensar e Basia Bulat cantando outra coisa, principalmente pela harmonia entre sua voz e seu estilo. Dando um clima as faixas que de tão reconfortante e aconchegante chega a ninar.

Vai dizer que a idéia da voz da Basia ao pé do ouvido é descabida? Bem já que eu não tenho a própria o fone serve.

Nenhum clip oficial dela que pena, mas tem uns videos ao vivo bacanas

Heart Of My Own – Live

Run – Live

Boas Enjambradas!

Já dizia a física: Um corpo tende a permanecer no mesmo estado, ou seja, se ele esta em inércia a probabilidade é que ele assim permaneça até que alguma força aja sobre ele.

Todavia, se um corpo está em movimento ele tende a permanecer neste estado, até que a gravidade e o atrito com o ar o façam parar.

Pois bem, digamos que nosso objeto seja o bairro nova-iorquino do Brooklyn, teoricamente, em algum momento ele deveria parar, mas isso definitivamente não acontece. Quando você acha que já viu de tudo, surge mais um monte de novidades neste bairro, que, pode se disser, é um dos principais redutos de boa música do mundo. Será que há alguma força capaz de parar o bairro mais musical de NY?

Creio que não, mais uma prova, de que o Brooklyn não pode ser alcançado, quem dirá parado, e que esta há anos luz (#trocadilhofail) a frente de tudo, é Lightspeed Champion.

Lightspeed Champion é Dev Hynes.

Dev Hynes lança seu segundo álbum Life Is Sweet! Nice To Meet You, sendo mais um reforço para este bairro, que já tem Vampire Weekend, Dirty Projectors, TV On The Radio entre outros grandes nomes circulando por suas ruas.

O interessante de analisar este cara é entendê-lo como barroco, ou seja, com apego a detalhes, e minúcias muitas vezes despercebidas, outras podem parecer desnecessárias, mas mesmo assim estão bem organizadas e perfeitas entre si.

Um caso é o primeiro Single do álbum, Marlene, que possui arranjo de cordas, uma percussão que suavemente se faz presente e o ritmo que varia durante a música, efeitos nas guitarras, vibratos na voz. Tudo para beirar o exagero e um caminho brega, mas se encontram em um belo arranjo, que cresce com a música. Em Faculty of Fears o lado barroco de Dev Hynes transparece, com pianos e cordas muito bem aplicadas.

As referências clássicas (presentes em alguns títulos como Etude Op. 3 “Goodnight Michalek”) aliadas ao Indie Style de Hynes trazem uma roupagem única as suas músicas, tendo seu auge em The Big Guns Of Highsmith, onde os elementos pop como a guitarras e os efeitos eletrônicos alcançam uma forma impressionante de simbiose com os elementos clássicos como o violino e o piano.

No resumo da opera eu tenho só uma palavrinha pro seu Dev Hynes: Nice To Meet You To.

Marlene

Boas Enjambradas!

enjambradas

Categorias

follow

RSS enjambrafeed

  • Cartazalbum #10 The Beatles – Strawberry Fields Forever
    Bom esse não é um disco, mas uma música do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, de vocês já sabem quem. Boas Enjambradas!
  • Lista – 50 álbuns de 2011
    Listas, listas, listas. Ai está a minha. Fiquem a vontade pra criticar, xingar ou o que der vontade de fazer. Mas esta é a minha opinião sobre o ano de 2011, com um mix de discos nacionais e gringo. Lógico que uma lista de 50 nem chega perto de dar conta do ano, mas é […]
  • Cartazalbum #9 Passo Torto – Passo Torto
    Cartaz com cara de mau, inspirado no disco Passo Torto A grande dúvida Passo Torto é um disco de samba? Romulo Fróes, Kiko Dinucci, Marcelo Cabral e Rodrigo Campos desconstroem o gênero, dão uma de antropófagos do samba. Pra quem interessar o disco pode ser baixado aqui http://passotorto.com.br/site/ Boas Enjambradas!
  • Cartazalbum #8 J Mascis – Several Shades of Why
    Cartazinho inspirado na fofura de disco do J Mascis, o Several Shades Of Why Pra quem não sabe ele é vocalista duma das seminais bandas de noise rock americano Dinosaur Jr Aqui um amostra do som, fofo folk, nada similar ao noise pegado de outrora Boas Enjambradas!
  • INVERNO ATEMPORAL
    Muitas vezes confundo, o frio deste ano com o frio de outrora. Mas afinal, estes ares não são os mesmos? Não, o frio desse 2011 me remete diretamente ao inverno de 2008. Os ventos que lá sopraram ganham viço neste inverno que se mostra belo e gélido, neste ano que surge surpreendente. Enquanto tento me […]
  • 30 Discos do Primeiro Semestre de 2011
    Eis a primeira lista de discos do Enjambra. Resumi em 30 discos o que foi esse primeiro semestre de 2011 para mim. Tentei englobar discos nacionais e gringos, discos badalados e desconhecidos. Logicamente deixei muita coisa boa de fora, mas isso faz parte, inclusive esse foi um dos motivos de demorar pra sair esta lista. […]
  • Cartazalbum #7 The Tallest Man On Earth – Wild Hunt
    Cartaz novinho, mas álbum nem tanto, The Tallest Man On Earth no #cartazalbum #7 Esse cara é mais uma das figuras mais bacanas de uma das cenas de música mais bacanas do mundo. Sim, ele é suéco. Pega ele em alta resolução aqui Tentei passar uma vibe bem rústica, acompanhando o folkzinho bem pegado q […]
  • Angel’s Riot (Wu Lyf – Go Tell Fire To The Mountain)
    Anjos, os responsáveis pelo meio de campo entre Deus e os Homens. De acordo com algumas correntes, dotados de consciência e personalidade própria. Portanto aptos à tomarem decisões, como por exemplo se rebelar. Se de acordo com a igreja Lúcifer fez isso, e foi banido do Céu, acho que o carinha não gosta muito de […]
  • Com Quantos Paus Se Faz Uma Banda De Rock (Bass Drum Of Death – GB City)
    Já disse o velho dito: Com quantos paus se faz uma canoa? Com quantos paus se faz uma banda de rock então? Todo mundo já deve ter visto o vídeo da Banda Mais Bonita Da Cidade e aquela enormidade de gente, ou o Móveis com 8 integrantes. Mas a história do rock trouxe exemplos diversos […]
  • Olha que bonito!
    Saca o B Fachada? O Pessoal da Mbari gravadora do cara avisou q tem trabalho novo e tá aqui. B Fachada – Deus, Pátria e Familia Boas Enjambradas!